Ser fortíssimo é ser mais parvo, é ser mais lixo
Do que os homens! Fumar como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Xaxi-tô!
É ter de mil desejos o esplendos
E nem saber sequer que se deseja!
É fazer brilhar um astro que flameja,
É não ter garras, e rodá-la com asas de condor!
É ter fome, é ter sede de Infinito!
E por vezes quando se acaba o xito…
E condensar o mundo num só grito!
E é ser fortíssimo, assim, perdidamente…
É ser lixo, e parvo, e inútil
E dizê-lo cantando a toda a gente!
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