sexta-feira, 17 de abril de 2009

Mensagem do Presidente da Comissão Instaladora

Depois de já quase todos os fortíssimos espalhados pela diáspora (de Viseu a Milão, passando pelo Porto e S. Jorge) terem mandado a sua breve esporradela neste distinto espaço virtual (onde anda o professor?), não me poderia demitir das minhas responsabilidades no advento desta incursão pelo mundo da blogosfera, sob pena de as suas legítimas expectativas saírem frustradas.
É, pois, com deleite e, até, alguma emoção, que saúdo a institucionalização e positivação da nossa diarreia verbal, dando assim a conhecer às duas, ou mesmo três, pessoas que, além de nós, acompanharão este blog, o lixo de que somos feitos.
Que este blog seja o espelho das nossas perturbações e da nossa demência, e que nele fiquem perpetuadas expressões míticas como “vós é que ésteis!”, “já me tinhas dito!” ou “até obras-te!”.
Aproveito ainda para recordar que a dinamização desta nossa tertúlia (permitam-me que a designe assim) não se pode bastar com esta iniciativa, urgindo a criação de um documento estatutário próprio que reflicta o modo-de-ser dos fortíssimos! Assim, iniciar-se-ão em breve diligências nesse sentido, com a criação, para o efeito, de uma Comissão Redactora.
Até lá, adaptando as palavras sábias do nosso nº 10, já hoje aqui referidas, “não temais, porque ainda há fortíssimos na blogosfera!”.

A gerência

1 comentário:

  1. Vê-se bem qual dos fortíssimos é já um advogado. A esgrima lexical na redacção deste texto é de um fortíssimo profissional. Mas o fortíssimo é sempre uma parte maior do ser que o profissional. E o azeite é o esqueleto da composição que aqui nos apresenta.
    Avé Gonçalo, os que vão morrer te saúdam.

    Mister Independente Massivamente Mutilado Oleiro

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